terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Cachorro Zumbi e o Experimento para Reviver um Humano que quase Aconteceu

Houve discussão sobre os Experimentos Russos que faziam com que a cabeça decapitada de um cahorro permanecesse viva,de que isso não era zumbificação.
Então,agora trago um caso de experimentos que tinha por objetivo trazer um cachorro morto de volta a vida.
Segue a matéria completa que foi publicada na revista Galileu n° 199, em novembro de 2008.


Cães zumbis

Robert E. Cornish, um pesquisador da Universidade de Berkeley, na Califórnia, durante os anos de 1930, acreditava que havia descoberto uma maneira de trazer os mortos de volta à vida, pelo menos nos casos em que não havia danos em um órgão de maior importância.
Sua técnica envolvia balançar os corpos, para baixo e para cima, como em uma gangorra, para o sangue circular, enquanto injetava uma mistura de adrenalina e anticoagulantes. Ele testou seu método em uma série de cachorros da raça fox terrier. Ele deu a todos eles o mesmo nome, Lázaro, em homenagem ao personagem bíblico que foi trazido de volta à vida por Jesus.
Primeiro Cornish os asfixiava e os deixava mortos por dez minutos. Daí, ele tentava ressuscita-los. As primeiras duas tentativas falharam, mas os números 3 e 4 foram um sucesso. Com um latido fraco e choroso, os cachorros voltaram à vida. Mesmo cegos e com graves danos cerebrais, eles viveram por meses em sua casa como bichos de estimação, provocando terror em outros cães.
A pesquisa de Cornish provocou tamanha controvérsia que a Universidade da Califórnia acabou mandando-o para fora do campus. Ele continuou seu trabalho em uma cabana feita junto a sua casa, apesar das reclamações dos seus vizinhos pela fumaça misteriosa que estava descascando a pintura das casas.
Muitos anos depois, em 1947, Cornish anunciou estar pronto para aplicar sua experiência em humanos. Ele agora tinha uma nova arma em seu arsenal, uma máquina cardio-pulmonar feita com peças de um aspirador de pó, um radiador, uma roda de ferro, cilindros e 60 mil pecinhas de metal, como aqueles ilhós para passar o cordão de sapato.
Thomas McMonigle, um prisioneiro que esperava pela execução no corredor da morte, tornou-se, voluntariamente, a cobaia, e Cornish pediu autorização ao governo do estado da Califórnia para prosseguir com sua experiência. Depois de alguma discussão, os órgãos responsáveis recusaram a oferta do cientista.
Aparentemente eles ficaram preocupados que, se McMonigle voltasse á vida, eles teriam que libertá-lo. Desapontado, Cornish voltou para sua casa, onde viveu o resto de sua vida vendendo uma pasta de dente que ele havia criado.

Está matéria faz parte da reportagem “Os 10 Experimentos mais Bizarros”.
Pesquisando um pouco, encontrei uma matéria da revista  Modern Mechanix, de 1935. Neste caso é uma demonstração de como funcionaria a maquina para reviver um humano.


mais uma parte da revista falando agora do segundo cão que foi revivido:



E mais um caso,agora do jornal Popular Science:



“A ciência pode levantar os mortos?”


"Experimento para Ressuscitação de um Cachorro pelo Doutor Robert E. Cornish"

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