segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Zumbis:A Única Pandemia que pode nos Pegar...

Parece que nem a gripe suína é tão assustadora quanto um ataque de zumbi. Depois da morte do Michael Jackson o assunto sobre zumbis voltou à tona, até pelas incansáveis exibições do clipe Thriller. Além disso, existe uma filmografia extensa sobre os mortos-vivos, e algumas revistas sempre “brincam” em criar manuais de como sobreviver a eles.

Agora, matemáticos da Universidade de Ottawa, no Canadá, fizeram um estudo chamado “Quando zumbis atacam!: Criando um Modelo Matemático de um Surto de Infecção por Zumbis” para descobrir se a humanidade conseguiria escapar de um ataque dos mortos-vivos. Infelizmente o estudo concluiu que a civilização acabaria com a chegada dos zumbis.

Acredita-se que os zumbis são originais de tradições africanas de vudu, mas foi um caso de uma família no Haiti em 1937, declarou que um parente, Felícia Felix-Mentor, havia retornado depois de morta após 30 anos.
Para os pesquisadores, os zumbis estão na mesma categoria da Gripe Suína, pelo qual a população está dividida naqueles que possuem, daqueles que não tem e dos outros que estão desesperadamente tentando evitar. A solução para os matemáticos, no caso dos zumbis, seria a quarentena ou decapitação.
Muitas pessoas são céticas a respeito do estudo, isso se deve ao fato que está sendo conduzido apenas por um professor e três estudantes e a pesquisa consiste principalmente em assistir filmes de zumbis e jogos de vídeo game para desenvolver o modelo matemático.

Você os viu se arrastando em filmes, comendo cérebros em livros e há boatos de que certos cultos de vodu conseguem transformar pessoas em zumbis. Mas, mais do que lendas e boatos, há uma síndrome que faz com que pessoas realmente se comportem como essas criaturas das histórias de horror.
Conhecida como “alucinação de Cotard” ou “síndrome do morto-vivo”, o distúrbio mental foi primeiramente descrito pelo neurologista francês Jules Cotard em 1882. A doença está conectada com depressão e, em alguns casos, danos cerebrais. Acredita-se que seja um distúrbio similar à alucinação de Capgras. Na Capgras, uma má ligação na área do cérebro que reconhece os rostos faz com que os pacientes acreditem que seus entes queridos sejam impostores.
Nos que sofrem com Cotard os problemas cerebrais os impedem de reconhecer a própria face, fazendo com que os pacientes passem a acreditar que estão mortos. E, em casos mais avançados, os pacientes não acham que estão “só” mortos, mas acreditam que estão apodrecendo e cheirando mal, ou que alguns órgãos e sangue estão faltando.
Em 2008, foi relatado o caso de uma mulher filipina de 53 anos que disse para sua família que estava morta, que sua carne estava apodrecendo e cheirando mal. Ela implorava para ser levada a um necrotério para ficar com outras pessoas mortas, onde devia.
Em outro caso, de 2008, uma dona de casa grávida de 28 anos, na Índia, ficou depressiva, passou a acreditar que seus órgãos interiores estavam putrefatos e que ela não tinha mais coração.
Os pacientes são tratados através de remédios e de ECT (terapia eletroconculsiva) e, eventualmente, pararam de achar que eram verdadeiros zumbis.
Caso você esteja curioso sobre as maldições de vodu de zumbis, comuns no Haiti, a história é bem diferente. As pessoas normalmente faziam isso nos séculos XVIII e XIX – mergulhavam as vítimas em uma mistura de peixes apodrecidos e depois as enterravam vivas, para que acreditassem que fossem zumbis. Atualmente, usa-se drogas para manter as vítimas em um estado de semi-consciência mas, normalmente, o motivo não é religioso – as pessoas são usadas como escravas em campos de trabalho forçado.

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